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O líder como agente de mudanças.

O mundo mudou e constantemente somos influenciados pela tecnologia, que transforma a forma como nos conectamos, vivemos e trabalhamos. A Era digital chegou com a mensagem clara que para gerar resultados, não basta apenas tempo mais esforço no trabalho. Outras variáveis compõem a era exponencial como inovação, criatividade entre tantas outras habilidades a serem desenvolvidas.

Com isso, a forma de liderar também se transforma a cada dia. Na era industrial, repleta de previsibilidade, a gestão baseada em controle e pouca autonomia funcionava. Mas será que hoje é possível engajar e conectar as pessoas no trabalho desta maneira?

Nunca se falou tanto em engajamento. É a palavra da vez. Há uns 10 anos atrás, falar de engajamento era algo de RH voltado para qualidade de vida e bem-estar. O foco são os resultados e pouco se interessava em saber qual era o propósito do colaborador. Hoje, pesquisas realizadas por várias empresas como a Gallup, mostram o impacto financeiro de grandes empresas, pela falta de projetos e uma estratégia que conecte o propósito da empresa às pessoas. Desta forma, se constrói uma forte cultura organizacional e se potencializa resultados.

Ram Charan, desenvolveu o pipeline de liderança que é um modelo do caminho de desenvolvimento do líder. Grande parte dos gestores, possuem como prioridade gerir seus negócios e times para grandes resultados. Contudo, para você ser um líder como agente de mudança na era exponencial, você precisa começar por você. Inicie consigo, passe para um time, para um grupo de gestores até gerenciar um negócio.

Quando ouvimos sobre iniciar com o próprio líder, pode dar uma sensação de algo subjetivo e que pouco gera resultados, porém se você não conhece seu estilo de liderança, não promove uma comunicação estratégica e assertiva com um direcionamento dos caminhos, não terá o resultado esperado.

Um ponto fundamental para se desenvolver é você praticar o princípio do compromisso e coerência.

Robert B. Cialdini diz a seguinte frase: “As pessoas tendem a agir de modo a manter a coerência com um compromisso que assumiram – para si mesmas ou para os outros”. Sendo assim, o quanto você mantém uma coerência e consistência diante do papel que exerce como líder? Será que você mantém o exemplo diante de suas atitudes? Ou tem o mindset do “Faça o que eu digo e não o que eu faço?”

Conhecer seu estilo de liderança e como cada colaborador se conecta é essencial para a construção de um time de alta performance. Extrair o potencial de cada colaborador, com uma delegação responsável, torna o time auto gerenciável. A prática de feedback precisa ser sem juízo de valor e altamente conectada a gerar engajamento através de uma atitude e exemplo.

Caso contrário, a chance de perder colaboradores ou ter conflitos que pouco agregam para o negócio tende a elevar e o controle vir à tona.

Tim Gallwey diz: “Antes de tentar mudar alguma coisa, aumente sua consciência sobre ela”.

Não há um estilo certo para liderar e sim potencializar o que você tem de fortalezas e direcionar para que seu time seja ainda melhor. Torne a liderança um mindset e não uma posição. E para tal, comece por você.

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O mundo mudou e sua carreira pode acabar.

Uma coisa é fato: o mundo mudou e nossa forma de trabalhar a cada dia se transforma.

A tecnologia percorre o dia a dia das empresas, novas startups surgem mudando o mercado e você está vendo a banda passar e faz o que pela sua carreira?

Você já ouviu falar da sigla VUCA?

VUCA é um acrônimo de palavras em inglês. Reflete bem o mundo atual: volátil, cheio de incertezas, ambíguo e complexo.

Num contexto como este, novas habilidades são importantes de serem desenvolvidas como: inovação, intraempreendedorismo, inteligência emocional, entre tantas outras.

Pesquisas apontam que muitas posições que existem hoje, vão sumir, dando espaço para novas alinhadas a estas transformações.

Minha pergunta é: O que você está fazendo para acompanhar o mercado?

Na correria das empresas, muitos profissionais não se atentam para se preparar para o futuro. O que parece estável faz com que você acredite que não será atingido e continua afundado nas atividades sem evoluir.

Muitas organizações já perceberam que precisa mudar seu mindset e posicionamento, que precisam inovar em processos, produtos e pessoas; adequando assim, sua cultura para o futuro.

Temos ainda um caminho pela frente, mas se você não se tornar protagonista da sua carreira, pode ser atropelado pelas mudanças.

Muitos profissionais só se dão conta com o desligamento e não compreendem o que aconteceu. Deu o melhor, sem se atualizar, estagnou e parou no tempo. Por exemplo: nunca precisou do inglês, não investiu pensando no futuro, não aprendeu e ao crescer, perdeu oportunidades por causa do idioma.

Temos o hábito de pensar no agora, no curto prazo, no mais confortável. Sim, a vida acontece no agora, mas se você não se preparar com cursos, autoconhecimento, troca e tendências vai certamente ficar para trás.

Algumas dicas:

  • Mude agora seu mindset. Troque padrões mentais que te fazem estagnar e se sabotar.
  • Procure desenvolver novas habilidades. Saia da zona de conforto!
  • Fique antenado ao mercado e suas transformações.
  • Veja o que rola de novo na sua área, proponha ideias, busque sempre mais.
  • Desenvolva um plano de carreira para o seu futuro e comece agora ações para desenvolvimento.
  • Aceite que o mundo mudou. Novas tecnologias batem a sua porta. Novas gerações são formadas. Compreenda as diferenças e evolução ao invés de reclamar.
  • Você pode aprender e elevar seu potencial. Para seu próximo passo, você precisar dar mais com novas habilidades. Deixe o mimimi de lado e mão na massa!

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