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10 Hacks do Profissional da Era Exponencial.

A era exponencial chegou com tudo e, em um mundo em constante mudanças, quem não se adaptar vai ficar de fora. Não importa o tipo de negócio, empresa; a cultura organizacional é feita por pessoas e você pode ser sim, um agente de mudanças e fazer a diferença.

Muitas empresas já perceberam que se não inovar, serão atropeladas pelo mercado e o mesmo cabe para os profissionais. Independentemente do seu cargo, você precisa desenvolver novas habilidades como capacidade de influência, inteligência emocional, oratória, protagonismo, entre outras.

A habilidade de se relacionar e trocar numa construção colaborativa ganha cada vez mais força. Desta forma, o profissional precisa compreender que não precisa ser um super-herói e pode sim ter um equilíbrio entre vida e carreira. Aliás, esta dicotomia na era exponencial cada vez mais vem caindo.

Para te apoiar a potencializar sua carreira, alguns hacks do profissional da era exponencial:

  1. Desenvolva o seu mindset de crescimento. Todos os dias se pergunte: como posso fazer ainda melhor? Desafie-se e saia da zona de conforto.
  2. Encare erro como aprendizado. Os profissionais que não lidam bem com seus erros, elevando seu crítico; perdem grandes oportunidade de gerar novas ideias e inovar.
  3. Resiliência é uma das habilidades dos profissionais do futuro. O mundo muda a cada instante com muita pressão. A sua capacidade de adaptação frente aos desafios fará toda a diferença.
  4. Chega de esperar pela empresa e gestor fazerem algo pela sua carreira. Que profissional você quer ser? Aquele que faz o arroz com feijão, o que só faz algo a mais quando lhe pedem ou o que realmente veste a camisa da empresa e tem um sentimento de time? Seja protagonista!
  5. Nem sempre você terá as condições favoráveis e todos os recursos. Não deixe de entrar em ação por causa do seu medo. Na dúvida, faça!
  6. Aprenda a lidar com suas emoções, caso contrário elas vão controlar você. Cuide para seus sabotadores não bloquearem o potencial que você tem.
  7. As ideias fora da caixa, muitas vezes, vêm da sua relação de networking. Peça ajuda, busque pessoas com novas perspectivas, segmentos para te fazer sonhar e executar grande.
  8. Engajamento profissional está alinhado em pilares como autonomia, excelência e propósito. O quanto você tem um desafio alinhado à sua habilidade? Você hoje consegue contribuir com ideias para melhorar seu trabalho atual ou o negócio da sua empresa? E sente-se fazendo algo conectado aos seus valores e significados? Se a resposta é não, ajuste sempre que necessário.
  9. Profissional da era exponencial não reclama, faz. Assuma as escolhas que faz e siga adiante. Sempre você pode escolher novamente. O que não vale é ficar parado em algo que não curte e não fazer nada para mudar.
  10. O autoconhecimento será a peça chave para sempre potencializar a sua carreira. Reconheça o seu potencial e busque pela autenticidade. Num mundo em constante mudanças e fake news, não seja o que não é só para crescer na carreira. Afinal, as pessoas sabem quando é de verdade.

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Engajamento como ferramenta para potencializar resultados.

Nunca se falou tanto em engajamento dentro do mundo corporativo. Há 15 anos falar de engajamento nas empresas estava relacionado a programas de bem-estar e de qualidade de vida. Estava conectado à área de Recursos Humanos e os gestores pouco se envolviam nestes temas.

Contudo, existem muitas pesquisas que apontam prejuízos financeiros em grandes corporações pela falta de engajamento e retenção dos talentos, o que liga um alerta na liderança: Como manter o time motivado e engajado?

A motivação é intrínseca, ou seja, você apenas estimula as pessoas e não as motiva. O mundo mudou e desta forma, o engajamento das pessoas também mudou.

Quando falamos sobre motivação, um caminho mais atual é o trabalho da motivação 3.0 desenvolvido pelo Daniel Pink. Mas faz-se necessário contextualizar como líderes e empresas ainda atuam com suas equipes.

A motivação 1.0 tem foco no atendimento das necessidades básicas. A pirâmide de necessidades de Maslow como base para engajar as pessoas, onde o primeiro passo é a sobrevivência. As empresas valorizam o salário em dia, condições de trabalho e, na sequência, a questão de reconhecimento. Será que este modelo nos dias atuais funciona? Será que isso não é o kit básico que todo líder e empresa deveria ter?

Já a motivação 2.0 prioriza as recompensas e punições. Coloca a cenoura e dá o chicote buscando constantemente o controle e pouca colaboração. A tendência é a desmotivação, uma vez que não dá a oportunidade da cocriação.

A motivação 3.0 propõe 3 caminhos para o engajamento dos colaboradores: autonomia, excelência e propósito.

As pessoas querem colocar a sua marca nos projetos. Querem utilizar o que possuem de melhor para melhorar processos, dar ideias e contribuir para a construção desta cultura, empresa e resultados. Também querem melhorar cada dia mais; fazendo algo que realmente importa e que traga sentido para a vida delas. Elas querem ser desafiadas a crescer e contribuírem com algo maior.

As pessoas não querem ser só um número. E o líder para gerar resultados com seu time, precisa compreender que seu papel é desenvolver o potencial de cada colaborador, mapeando como esta pessoa aprende, de que maneira a pessoa se motiva, etc. Como adaptar seu estilo de liderança para desenvolver uma baixa performance e criar um sentimento de pertencimento neste time, alinhando propósito em meta comum a todos.

Para gerir seu time com uma visão 3.0 é necessário observar o seu mindset. Pois alguns pontos precisam ser observados:

  • Autonomia não é delargar e muito menos ficar toda hora de marcação no seu time. Autonomia é desenvolvimento, delegação e responsabilidade.
  • Para gerar excelência, seu time precisa alinhar desafio com habilidade, pois você pode levar sua equipe para o botão pânico, uma vez que você percebe que o desafio é grande e a habilidade precisa de ajustes ou desestimular com tarefas muito simples, sabendo que sua equipe pode muito mais.
  • Todos temos sonhos e metas pessoais. O papel do líder é compreender o propósito do time e conectar que o trabalho atual pode ser um facilitador destas conquistas. E para isso, o líder precisa não apenas entregar os projetos e colocar prazos, mas sim deixa claro o porquê este projeto será realizado, qual a importância para a empresa, qual o papel deste colaborador na construção deste projeto. Também deve, sim, mostrar os caminhos de como desenvolvê-los e quais métricas de acompanhamento. A grande armadilha é o gestor apenas explicar o que precisa ser feito, pouco ensina caminhos e reconhece a jornada.

Não tenha receio de trabalhar na motivação 3.0 pensando que o time não irá entregar resultado. Mude este pensamento e experimente novos caminhos de gestão. Grandes empresas inovadoras estão utilizando este método e obtendo um grande diferencial competitivo. #ficaadica

Qual a sua dica para engajar seu time? Deixe sua sacada nos comentários.

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O líder como agente de mudanças.

O mundo mudou e constantemente somos influenciados pela tecnologia, que transforma a forma como nos conectamos, vivemos e trabalhamos. A Era digital chegou com a mensagem clara que para gerar resultados, não basta apenas tempo mais esforço no trabalho. Outras variáveis compõem a era exponencial como inovação, criatividade entre tantas outras habilidades a serem desenvolvidas.

Com isso, a forma de liderar também se transforma a cada dia. Na era industrial, repleta de previsibilidade, a gestão baseada em controle e pouca autonomia funcionava. Mas será que hoje é possível engajar e conectar as pessoas no trabalho desta maneira?

Nunca se falou tanto em engajamento. É a palavra da vez. Há uns 10 anos atrás, falar de engajamento era algo de RH voltado para qualidade de vida e bem-estar. O foco são os resultados e pouco se interessava em saber qual era o propósito do colaborador. Hoje, pesquisas realizadas por várias empresas como a Gallup, mostram o impacto financeiro de grandes empresas, pela falta de projetos e uma estratégia que conecte o propósito da empresa às pessoas. Desta forma, se constrói uma forte cultura organizacional e se potencializa resultados.

Ram Charan, desenvolveu o pipeline de liderança que é um modelo do caminho de desenvolvimento do líder. Grande parte dos gestores, possuem como prioridade gerir seus negócios e times para grandes resultados. Contudo, para você ser um líder como agente de mudança na era exponencial, você precisa começar por você. Inicie consigo, passe para um time, para um grupo de gestores até gerenciar um negócio.

Quando ouvimos sobre iniciar com o próprio líder, pode dar uma sensação de algo subjetivo e que pouco gera resultados, porém se você não conhece seu estilo de liderança, não promove uma comunicação estratégica e assertiva com um direcionamento dos caminhos, não terá o resultado esperado.

Um ponto fundamental para se desenvolver é você praticar o princípio do compromisso e coerência.

Robert B. Cialdini diz a seguinte frase: “As pessoas tendem a agir de modo a manter a coerência com um compromisso que assumiram – para si mesmas ou para os outros”. Sendo assim, o quanto você mantém uma coerência e consistência diante do papel que exerce como líder? Será que você mantém o exemplo diante de suas atitudes? Ou tem o mindset do “Faça o que eu digo e não o que eu faço?”

Conhecer seu estilo de liderança e como cada colaborador se conecta é essencial para a construção de um time de alta performance. Extrair o potencial de cada colaborador, com uma delegação responsável, torna o time auto gerenciável. A prática de feedback precisa ser sem juízo de valor e altamente conectada a gerar engajamento através de uma atitude e exemplo.

Caso contrário, a chance de perder colaboradores ou ter conflitos que pouco agregam para o negócio tende a elevar e o controle vir à tona.

Tim Gallwey diz: “Antes de tentar mudar alguma coisa, aumente sua consciência sobre ela”.

Não há um estilo certo para liderar e sim potencializar o que você tem de fortalezas e direcionar para que seu time seja ainda melhor. Torne a liderança um mindset e não uma posição. E para tal, comece por você.

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