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Celebre suas conquistas!

Final do ano chegou e com ele o momento de revisão de seu momento de carreira e de vida. Para alguns profissionais, há a tão famosa avaliação de desempenho e a pessoa já se prepara para buscar evidências do que deu certo e principalmente justificar o que deu errado.

Vem com este momento, uma baixa de tudo aquilo que poderíamos ter feito e não rolou. Por alguma situação alheia a nós ou pelas nossas próprias capacidades. Vem aquela energia ruim.

Que tal você mudar o foco deste momento? Que tal você mapear quais foram as suas conquistas e tudo aquilo que deu certo este ano? Isso não significa negligenciar erros e problemas, mas valorizar seus momentos de superação e aprendizados.

Passamos o ano dizendo que estamos sem tempo e entramos num piloto automático. Quando você vê, passou dias, semanas e até meses onde não paramos para reconhecer o bom trabalho que realizamos.

Procure levantar de forma geral, quais principais projetos ou atividades que esteve envolvido este ano. Depois, se pergunte: O que fiz de positivo em cada um deles? Qual atitude foi bacana que adotei? Quais bons momentos compartilhei com as pessoas?

Um exercício bem interessante de realizar é você escolher pessoas que você conviveu este ano. Pode ser familiar, amigo, colega de trabalho, entre outros. De alguma forma você se relacionou com estas pessoas e elas te conhecem à sua maneira. Peça para elas o seguinte: Poderia me dar um feedback da transformação positiva que eu gero na sua vida ou gerei este ano na nossa troca?

Num primeiro momento você deve estar pensando: uau, como assim? Mas é isto mesmo! Este é um dos exercícios mais incríveis que conheço e irá te relembrar da força e grandeza que tem.

Reconhecer suas conquistas e bom trabalho nos retroalimenta, eleva estima, motivação. Saber que estamos envolvidos em algum projeto que traga sentido e que toca as pessoas de alguma forma, nos relembra da nossa essência e missão. Fazemos isso com naturalidade para os outros, principalmente quando eles não estão bem. E a nós mesmos, quando fazemos?

É hora de reconhecer seus sucessos, o quanto fez acontecer e superou a si mesmo!! Você sabe que pode ir além, que poderia ter levado a sério algumas coisas, mas por um momento, que tal se presentar reconhecendo o seu valor?

Tenho certeza que será um momento super especial! Deleite-se!

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Ferramenta Prática – Tire suas metas do papel!

Você já ouviu o quanto um bom planejamento faz a diferença para a realização de objetivos. Também sabe que não basta apenas planejar e não entrar em ação que o resultado é ficar no mundo das ideias. Mas por que muitas pessoas não conseguem tirar suas metas do papel?

Existem alguns caminhos de reflexão. Pode existir um medo ao encarar o desafio, um receio de perder algo ou ter de abrir mão de coisas bacanas, entre outros pontos. Mas muitas pessoas acabam avaliando que é difícil montar um bom planejamento, que é algo burocrático, engessado e acabam desistindo no meio do caminho.

Para te apoiar a tirar as suas metas do papel, quero te ensinar uma ferramenta simples e prática chamada DROP. Esta sigla é um acrônimo, onde cada letra representa uma palavra ou etapa do planejamento. D = Desejo, R = Recursos, O = Obstáculos, P = Plano de Ação.

O primeiro passo é avaliar qual é o seu Desejo. Qual é a meta que quer alcançar? O que exatamente que atingir? Procure ser o mais específico possível, desta forma, evita o desenho de metas subjetivas demais. Para te ajudar nesta etapa, pense numa meta SMART que tenha clareza, indicadores, seja realista e alcançável. Também reflita no prazo que quer alcançar, com isso, tem algo tangível para tirar do papel. Por exemplo: evite descrever metas como quero mudar de carreira, quero um novo desafio. Descreva qual é o desafio, qual cargo deseja se desenvolver para conquistar. Traz consistência e autorresponsabilidade.

Na sequência reflita quais são os Recursos necessários para tirar esta meta do papel. Você precisa ter clareza de tudo que envolve sua meta. Irá precisar investir tempo? Dinheiro? Quanto? Vai precisar de pessoas junto contigo? Quem são elas? Terá algum equipamento específico? Tangibilizar isso, faz você não ter surpresas e se organizar no seu planejamento.

O próximo passo é você mapear os Obstáculos. Esta etapa não é para ser um banho de água fria e desistir do que deseja, pelo contrário, é se prevenir de possíveis problemas e criar caminhos para resolver estes desafios no caminho. Por isso que a meta precisa ser relevante para você, para manter-se firme no que tanto deseja. Caso isso não seja relevante, você vai abandonar e ficar lamentando diante do primeiro obstáculo.

Por fim, após todo este levantamento de qual é a meta, quais recursos necessários e possíveis obstáculos; você precisa desenhar o Plano de Ação para atingir esta meta. Defina quais são as ações que precisa fazer para conquistar este desejo. Mas pense por etapas. Se quer falar inglês, por exemplo, talvez o primeiro passo é buscar por escolas perto da sua casa ou trabalho. Depois levantar os custos, fazer o teste de nível e na sequência iniciar o curso. Pensar em etapas, te apoiar a visualizar a jornada e valorizar pequenas conquistas pelo caminho.

A qualquer momento, você pode ajustar seu planejamento para que tenha certeza que pode conquistar o que tanto deseja.

Ferramentas simples como o DROP te apoiam a mudar seu mindset e dar um passo importante para parar de procrastinar. É chegada a hora de fazer acontecer. Na dúvida, faça!

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10 Hacks do Profissional da Era Exponencial.

A era exponencial chegou com tudo e, em um mundo em constante mudanças, quem não se adaptar vai ficar de fora. Não importa o tipo de negócio, empresa; a cultura organizacional é feita por pessoas e você pode ser sim, um agente de mudanças e fazer a diferença.

Muitas empresas já perceberam que se não inovar, serão atropeladas pelo mercado e o mesmo cabe para os profissionais. Independentemente do seu cargo, você precisa desenvolver novas habilidades como capacidade de influência, inteligência emocional, oratória, protagonismo, entre outras.

A habilidade de se relacionar e trocar numa construção colaborativa ganha cada vez mais força. Desta forma, o profissional precisa compreender que não precisa ser um super-herói e pode sim ter um equilíbrio entre vida e carreira. Aliás, esta dicotomia na era exponencial cada vez mais vem caindo.

Para te apoiar a potencializar sua carreira, alguns hacks do profissional da era exponencial:

  1. Desenvolva o seu mindset de crescimento. Todos os dias se pergunte: como posso fazer ainda melhor? Desafie-se e saia da zona de conforto.
  2. Encare erro como aprendizado. Os profissionais que não lidam bem com seus erros, elevando seu crítico; perdem grandes oportunidade de gerar novas ideias e inovar.
  3. Resiliência é uma das habilidades dos profissionais do futuro. O mundo muda a cada instante com muita pressão. A sua capacidade de adaptação frente aos desafios fará toda a diferença.
  4. Chega de esperar pela empresa e gestor fazerem algo pela sua carreira. Que profissional você quer ser? Aquele que faz o arroz com feijão, o que só faz algo a mais quando lhe pedem ou o que realmente veste a camisa da empresa e tem um sentimento de time? Seja protagonista!
  5. Nem sempre você terá as condições favoráveis e todos os recursos. Não deixe de entrar em ação por causa do seu medo. Na dúvida, faça!
  6. Aprenda a lidar com suas emoções, caso contrário elas vão controlar você. Cuide para seus sabotadores não bloquearem o potencial que você tem.
  7. As ideias fora da caixa, muitas vezes, vêm da sua relação de networking. Peça ajuda, busque pessoas com novas perspectivas, segmentos para te fazer sonhar e executar grande.
  8. Engajamento profissional está alinhado em pilares como autonomia, excelência e propósito. O quanto você tem um desafio alinhado à sua habilidade? Você hoje consegue contribuir com ideias para melhorar seu trabalho atual ou o negócio da sua empresa? E sente-se fazendo algo conectado aos seus valores e significados? Se a resposta é não, ajuste sempre que necessário.
  9. Profissional da era exponencial não reclama, faz. Assuma as escolhas que faz e siga adiante. Sempre você pode escolher novamente. O que não vale é ficar parado em algo que não curte e não fazer nada para mudar.
  10. O autoconhecimento será a peça chave para sempre potencializar a sua carreira. Reconheça o seu potencial e busque pela autenticidade. Num mundo em constante mudanças e fake news, não seja o que não é só para crescer na carreira. Afinal, as pessoas sabem quando é de verdade.

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O líder herói.

Um dos maiores desafios dos líderes na era exponencial é como engajar o time para resultados de alta performance. E com este desafio, surgem ferramentas, processos para mudar o mindset e comportamento das pessoas para que conectem seu propósito às suas atividades.

Mas a pergunta que fica é: E o líder? O que ele faz no seu dia a dia para potencializar o que cada colaborador tem de melhor? Ele adota uma postura de facilitador para construir um time forte ou fica na figura do líder herói?

O líder herói é aquele que sabe tudo, que é o pilar mais importante da equipe. O líder herói não tira férias, pois se ficar um dia fora da operação é sinal de caos. Muitas vezes nem é por arrogância a sua atitude, é por mindset de querer ter todas as respostas e sempre estar pronto para apoiar sua equipe.

O líder não precisa ser a pessoa mais esperta do time. Ele precisa de pessoas com habilidades que o complementam, que possam ensinar e crescer cada dia mais. Pessoas com iniciativa, mão na massa e vontade de fazer acontecer. Com isso, você cria um sentimento de responsabilização em todo grupo ao invés de ficar apenas no líder. Isso traz leveza e fluidez no exercício da gestão.

Para que o líder desenvolva um time forte ele precisa primeiro se autoconhecer. Ram Charan nos apresenta o pipeline de liderança que fala das fases dos líderes e a primeira fase é liderar a si mesmo.

É preciso conhecer o seu perfil e principalmente a forma como você delega tarefas. O líder herói tem dificuldade de delegar. Ele pode até delargar, mas pode se esquecer de acompanhar com consistência o que gera retrabalhos e dando espaço novamente para o líder herói.

Há um sabotador no líder herói que pode ter receio de perder algo, mesmo que inconsciente, ao deixar de ser herói. Pode ter receio de perder sua posição, de sua equipe saber mais. Para se tornar um líder consistente é preciso mudar este mindset que liderança é posição.

Para delegar, o gestor precisa avaliar em cada colaborador: o que delegar, quando e de que maneira o prepara tal. Delegação é oportunidade de desenvolver seu time e atuar de forma estratégica. É transferir não apenas atividades importantes, mas também a responsabilidade e accountability.

O líder que acredita que ser herói é o ideal, acaba se achando insubstituível e isso pode ser um risco, pois também não ser promovido, uma vez que não forma novos líderes e potencializa a capacidade de cada membro da sua equipe.

Tim Gallwey diz que se você quer mudar alguma coisa, aumente sua consciência sobre ela. E faço este convite para você avaliar: Estou desenvolvendo minha equipe para chegar onde não chegariam sozinhas? Minha agenda tem foco para potencializar as competências do seu time? Quero que o meu time adquira tarefas e projetos consistentes? Sou um facilitador ou herói desta equipe?

Um exercício é pedir feedback e estar aberto para tal. Afinal, um líder da era exponencial vê sempre uma oportunidade para melhorar e crescer. Fica a dica.

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Engajamento como ferramenta para potencializar resultados.

Nunca se falou tanto em engajamento dentro do mundo corporativo. Há 15 anos falar de engajamento nas empresas estava relacionado a programas de bem-estar e de qualidade de vida. Estava conectado à área de Recursos Humanos e os gestores pouco se envolviam nestes temas.

Contudo, existem muitas pesquisas que apontam prejuízos financeiros em grandes corporações pela falta de engajamento e retenção dos talentos, o que liga um alerta na liderança: Como manter o time motivado e engajado?

A motivação é intrínseca, ou seja, você apenas estimula as pessoas e não as motiva. O mundo mudou e desta forma, o engajamento das pessoas também mudou.

Quando falamos sobre motivação, um caminho mais atual é o trabalho da motivação 3.0 desenvolvido pelo Daniel Pink. Mas faz-se necessário contextualizar como líderes e empresas ainda atuam com suas equipes.

A motivação 1.0 tem foco no atendimento das necessidades básicas. A pirâmide de necessidades de Maslow como base para engajar as pessoas, onde o primeiro passo é a sobrevivência. As empresas valorizam o salário em dia, condições de trabalho e, na sequência, a questão de reconhecimento. Será que este modelo nos dias atuais funciona? Será que isso não é o kit básico que todo líder e empresa deveria ter?

Já a motivação 2.0 prioriza as recompensas e punições. Coloca a cenoura e dá o chicote buscando constantemente o controle e pouca colaboração. A tendência é a desmotivação, uma vez que não dá a oportunidade da cocriação.

A motivação 3.0 propõe 3 caminhos para o engajamento dos colaboradores: autonomia, excelência e propósito.

As pessoas querem colocar a sua marca nos projetos. Querem utilizar o que possuem de melhor para melhorar processos, dar ideias e contribuir para a construção desta cultura, empresa e resultados. Também querem melhorar cada dia mais; fazendo algo que realmente importa e que traga sentido para a vida delas. Elas querem ser desafiadas a crescer e contribuírem com algo maior.

As pessoas não querem ser só um número. E o líder para gerar resultados com seu time, precisa compreender que seu papel é desenvolver o potencial de cada colaborador, mapeando como esta pessoa aprende, de que maneira a pessoa se motiva, etc. Como adaptar seu estilo de liderança para desenvolver uma baixa performance e criar um sentimento de pertencimento neste time, alinhando propósito em meta comum a todos.

Para gerir seu time com uma visão 3.0 é necessário observar o seu mindset. Pois alguns pontos precisam ser observados:

  • Autonomia não é delargar e muito menos ficar toda hora de marcação no seu time. Autonomia é desenvolvimento, delegação e responsabilidade.
  • Para gerar excelência, seu time precisa alinhar desafio com habilidade, pois você pode levar sua equipe para o botão pânico, uma vez que você percebe que o desafio é grande e a habilidade precisa de ajustes ou desestimular com tarefas muito simples, sabendo que sua equipe pode muito mais.
  • Todos temos sonhos e metas pessoais. O papel do líder é compreender o propósito do time e conectar que o trabalho atual pode ser um facilitador destas conquistas. E para isso, o líder precisa não apenas entregar os projetos e colocar prazos, mas sim deixa claro o porquê este projeto será realizado, qual a importância para a empresa, qual o papel deste colaborador na construção deste projeto. Também deve, sim, mostrar os caminhos de como desenvolvê-los e quais métricas de acompanhamento. A grande armadilha é o gestor apenas explicar o que precisa ser feito, pouco ensina caminhos e reconhece a jornada.

Não tenha receio de trabalhar na motivação 3.0 pensando que o time não irá entregar resultado. Mude este pensamento e experimente novos caminhos de gestão. Grandes empresas inovadoras estão utilizando este método e obtendo um grande diferencial competitivo. #ficaadica

Qual a sua dica para engajar seu time? Deixe sua sacada nos comentários.

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Existe vida fora da casca.

Você já ouviu que para gerar aprendizado e conquistar seus objetivos, precisa sair da zona de conforto. Contudo, na prática é bem mais desafiador. Temos a sensação de que ao mudar, vamos perder algo importante ou não vamos nos reconhecer mais. Mas na verdade, temos a real oportunidade de nos reconectar com nossa essência que nos deixará muito mais forte.

Quando você é chamado para vivenciar novos desafios, novas habilidades são requisitadas. É como se o seu “eu” se tornasse velho e precisasse ser deixado para trás para um “novo eu” surgir. Você, de fato, está passando pelo que chamamos de fases do luto.

Um luto não é apenas perder alguém que você ama. Está também relacionado às mudanças que enfrentamos na vida como perder um trabalho, você assumir um cargo novo, se ver apresentando em público o que não fazia antes. É todo momento que você precisa sair da casca e encarar o novo.

Passamos 5 fases do luto e a maneira como você ressignifica e aprende em cada momento, fará toda a diferença.

A primeira fase é a negação. Você nega que algo ocorra contigo. Não quer admitir que precisa mudar. Por exemplo: um término de relacionamento ou de repente você ter de falar sobre seu novo negócio e você sabe que vendas não é o seu forte. Você nega fazer isso, por receio, medo da exposição. Você então delega à outra pessoa, busca por culpados e não encara a realidade que se apresenta para você mudar.

A próxima fase é a fúria. É quando você entra em contato emocionalmente com a situação. Bate uma raiva, indignação. “Tantas pessoas para serem mandadas embora, justo eu fui demitido?”. Note que o luto não é apenas em fases de perder algo e negativas, mas também quando precisa encarar novos desafios de carreira e na vida, como ser pai, promoção, vender uma ideia e etc. A fúria pode vir também como uma inquietação que algo não vai bem. É preciso, nesta fase, buscar os aprendizados por trás desta fase, caso contrário, não terá equilíbrio para tomar as decisões necessárias.

Na sequência vem a fase da barganha. Você ainda tenta negociar para não mudar. “Olhe, vá você apresentar hoje no meu lugar, na fala da convenção para 1000 pessoas. Na próxima eu vou.” Você barganha consigo, com os outros, com Deus, com todos. Não quer encarar a realidade que a mudança precisa que você saia da casca.

A quarta fase é a depressão. É de fato o momento da pessoa perceber que só depende dela agir. Pode vir uma tristeza, ansiedade, medo do novo, do desconhecido. Estar seguro, confortável é bacana sim; mas quentinho demais pode limitar seu potencial. Se esta fase chegou, encare de cabeça erguida, peça ajuda e siga adiante.

Por fim, temos a aceitação. Isso não significa que não tem saída e você aceita como conformismo. E sim, começa este novo ciclo, encara seus desafios com o que possui de melhor. É fundamental nesta etapa, você criar a rede de suporte, dar pequenos passos por vez; pois caso algo não saia como esperado, não retorne em fases como fúria, depressão que te bloqueie de mudar.

Toda mudança gera crescimento. Cabe a você perceber a grandeza deste momento. Há conquista fora da casca, afinal a casca não te representa. Honre sua identidade, quem é de fato. Para chegar onde nunca foi, precisa fazer algo novo pela primeira vez. É chegada a hora de você voar alto.

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Não deixe o crítico sabotar seu potencial! Confira este artigo. Acesse Agora.

Não deixe o crítico sabotar o seu potencial.

Grande parte dos profissionais possui clareza de que tem pontos fortes e pontos a desenvolver. Com isso, a sua maneira, buscam o desenvolvimento de plano de ação para que isto não prejudique a sua carreira. Contudo, alguns profissionais possuem muita dificuldade de reconhecer seu bom trabalho, acreditando que sempre precisam crescer ainda mais e aquilo que deveria ser uma melhoria contínua passa a ser um sabotador crítico detonando o seu potencial.

Segundo Shirzad Chamine, autor do livro Inteligência Positiva, todos nós temos um sabotador crítico, ou seja, todos temos aquele dedo apontando para si, dizendo que não é bom suficiente.

Um sabotador é um mecanismo, muitas vezes inconsciente, que possui a função de nos proteger. Ele cria como um alerta para te sinalizar algo que pode vir a ser um desafio, mas muitas vezes, internalizamos, como algo 5x mais desafiador, nos amedrontando ou simplesmente paralisando.

O sabotador crítico nos sinaliza que podemos sempre continuar numa crescente, porém, podemos não valorizar as pequenas conquistas diárias e nunca podemos curtir ou simplesmente relaxar.

Esperamos sempre o big break, ou seja, um grande acontecimento para, aí sim, reconhecermos nosso bom desempenho e quando algo sai errado, elevamos a régua e nos culpamos, achando que é o fim do mundo.

A sacada é que devemos, sim, pensar na meta maior, mas no dia a dia devemos focar no processo, nos pequenos passos e precisamos ter protagonismo e resiliência para numa era exponencial que vivemos, onde tudo muda a cada dia, nos adaptar aos desafios.

Algumas dicas para você não deixar seu sabotador crítico detonar seu potencial:

  • Reconheça o seu bom desempenho nas pequenas atividades diárias. Não importa que é um relatório que você faz sempre, por exemplo. Valorize cada etapa onde tem a oportunidade de colocar em prática algo que você faz bem;
  • Resgate na sua história os momentos que sente orgulho. Faça uma linha do tempo com todos os pontos de sua vida pessoal e profissional onde conseguiu superar um desafio ou crescer com sua atitude;
  • Peça feedback para as pessoas sobre a transformação positiva que você causa na vida delas. As pessoas se conectam contigo por algo que você tem de único. Esteja aberto para esta troca;
  • Busque aprender com o erro, pois ele é uma grande oportunidade de gerar protagonismo. Mais do que se conectar com o erro é buscar soluções práticas para entrar em ação;
  • Curta a jornada. Confie que nem tudo está no seu controle e você dá o seu melhor. Tenha momentos onde possa celebrar e se divertir, assim tudo fluirá com mais clareza.
  • Busque canalizar esta energia do crítico em momentos prazerosos como fazer exercícios, estar com pessoas que ama e te fazem bem. Esta troca te retroalimenta para seguir adiante.
  • Confie no potencial de fazer a diferença. Quando damos nosso melhor com protagonismo, alinhado ao que acreditamos, nossos resultados crescem ainda mais.

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Feedback sem juízo de valor.

Um dos grandes desafios do líder é gerar resultados através de equipes engajadas e autorresponsáveis. Cada líder, através do seu estilo de liderança, busca potencializar sua equipe, para dar o seu melhor. Mas e quando a performance não vai bem?

Entra em cena uma das ferramentas mais conhecidas pelos colaboradores: feedback. Parece nos tempos atuais algo tão batido, tão conhecido, mas o que avalio do mercado, nos profissionais é um gap enorme em qual melhor caminho a seguir.

A maioria das pessoas conhece o seu conceito, mas não tem eficácia na sua execução. Ao invés de engajar e mudar a atitude, gera conflitos e desmotivação.

Um formato prático e com resultados extraordinários é o feedback sem juízo de valor. Algo que busca a metodologia da comunicação não violenta, atuando com empatia e comunicação assertiva.

Quando nos vemos em uma situação com um colaborador que não entrega resultados, tendemos a criar de acordo com nossa avaliação, um julgamento sobre aquela pessoa. E o produto final deste caminho é resumir a pessoa em um rótulo.

O seu rótulo é baseado no seu juízo de valor que atribuiu com uma situação que você avalia certa ou errada. E o ato de rotular, cria uma barreira na conexão com o outro, uma vez que na maioria das vezes, não dá espaço para diálogo e um novo olhar.

Por exemplo, um colaborador sempre chega atrasado nas reuniões e perde prazos alinhados com os clientes. Isso é uma dificuldade que ele possui, mas você chega no seu juízo de valor com base nas suas experiências que ele é um folgado e irresponsável. Durante a sessão de feedback, naturalmente trazemos o rótulo que ao invés de engajar o outro, conecta as emoções mais adversas possíveis; virando um bate / rebate de justificativas e nada de construção de plano de ação.

Experimente o caminho do feedback sem juízo de valor. Onde você apresenta fatos com exemplos e não julgamentos. Procure utilizar a empatia para compreender o que ocorre com o outro para saber apoiá-lo no desenvolvimento. Empatia que normalmente as pessoas falam que é se colocar no lugar do outro, dá uma impressão de aceitar de tudo e virar o amigão; mas isto está totalmente errado.

Empatia é compreender o contexto e emoções do outro sob a perspectiva dele, para assim identificar a forma como ele se conecta e expressa para dar o melhor caminho a seguir com exemplo claros e práticos. Com isso, a mudança de mindset, hábito e resultados muda completamente.

No caso do exemplo, procure trazer o fato com exemplos: Olha, gostaria de compreender de que maneira podemos melhorar as entregas. Você chegou atrasado nas 4 últimas reuniões com clientes, atrasando os prazos das propostas em 4 dias. De que maneira podemos ajustar para que possamos evitar riscos para o negócio e você possa crescer nesta troca com o cliente?

É totalmente diferente de trazer rótulos e julgamentos repletos de emoção. Gera conflitos muitos mais construtivos e gestor e colaborador, podem estabelecer uma relação de confiança e autoresponsabilidade.

O feedback é uma ferramenta grandiosa de transformação, mas que utilizada da maneira errada, pode gerar baixa performance, prejuízos para o negócio e, mais do que isso, perder a oportunidade de apoiar uma pessoa a ser cada vez melhor. Dê esta oportunidade a você e a quem recebe seu feedback.

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O líder como agente de mudanças.

O mundo mudou e constantemente somos influenciados pela tecnologia, que transforma a forma como nos conectamos, vivemos e trabalhamos. A Era digital chegou com a mensagem clara que para gerar resultados, não basta apenas tempo mais esforço no trabalho. Outras variáveis compõem a era exponencial como inovação, criatividade entre tantas outras habilidades a serem desenvolvidas.

Com isso, a forma de liderar também se transforma a cada dia. Na era industrial, repleta de previsibilidade, a gestão baseada em controle e pouca autonomia funcionava. Mas será que hoje é possível engajar e conectar as pessoas no trabalho desta maneira?

Nunca se falou tanto em engajamento. É a palavra da vez. Há uns 10 anos atrás, falar de engajamento era algo de RH voltado para qualidade de vida e bem-estar. O foco são os resultados e pouco se interessava em saber qual era o propósito do colaborador. Hoje, pesquisas realizadas por várias empresas como a Gallup, mostram o impacto financeiro de grandes empresas, pela falta de projetos e uma estratégia que conecte o propósito da empresa às pessoas. Desta forma, se constrói uma forte cultura organizacional e se potencializa resultados.

Ram Charan, desenvolveu o pipeline de liderança que é um modelo do caminho de desenvolvimento do líder. Grande parte dos gestores, possuem como prioridade gerir seus negócios e times para grandes resultados. Contudo, para você ser um líder como agente de mudança na era exponencial, você precisa começar por você. Inicie consigo, passe para um time, para um grupo de gestores até gerenciar um negócio.

Quando ouvimos sobre iniciar com o próprio líder, pode dar uma sensação de algo subjetivo e que pouco gera resultados, porém se você não conhece seu estilo de liderança, não promove uma comunicação estratégica e assertiva com um direcionamento dos caminhos, não terá o resultado esperado.

Um ponto fundamental para se desenvolver é você praticar o princípio do compromisso e coerência.

Robert B. Cialdini diz a seguinte frase: “As pessoas tendem a agir de modo a manter a coerência com um compromisso que assumiram – para si mesmas ou para os outros”. Sendo assim, o quanto você mantém uma coerência e consistência diante do papel que exerce como líder? Será que você mantém o exemplo diante de suas atitudes? Ou tem o mindset do “Faça o que eu digo e não o que eu faço?”

Conhecer seu estilo de liderança e como cada colaborador se conecta é essencial para a construção de um time de alta performance. Extrair o potencial de cada colaborador, com uma delegação responsável, torna o time auto gerenciável. A prática de feedback precisa ser sem juízo de valor e altamente conectada a gerar engajamento através de uma atitude e exemplo.

Caso contrário, a chance de perder colaboradores ou ter conflitos que pouco agregam para o negócio tende a elevar e o controle vir à tona.

Tim Gallwey diz: “Antes de tentar mudar alguma coisa, aumente sua consciência sobre ela”.

Não há um estilo certo para liderar e sim potencializar o que você tem de fortalezas e direcionar para que seu time seja ainda melhor. Torne a liderança um mindset e não uma posição. E para tal, comece por você.

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Como superar os erros e virar o jogo.

Não é fácil encarar um feedback negativo, um erro ou derrota. Você pode até ter dado o seu melhor, variáveis externas terem influenciado seu resultado, mas a outra parte avaliou que não foi o suficiente para atingir uma meta.

Bate uma sensação de frustração, tristeza, uma culpa gigante onde seu lado crítico, adora apontar tudo aquilo que deixou de fazer. O corpo e o emocional sentem e você fica mal.

O que fazer diante deste cenário? Como virar o jogo?

O primeiro passo é encarar o erro como aprendizado. É fácil? Não, mas esta é a diferença das pessoas que fazem acontecer e superam os desafios de cabeça erguida.

A sua forma de encarar o momento e, principalmente, sua performance irá determinar sua próxima atitude e ação.

Pare de se culpar e avalie que para aquele momento, deu o seu melhor. Colha as lições aprendidas e onde pode ajustar para vencer o que possivelmente, pode te levar para o erro novamente.

O ponto de virada está na maneira como enxerga o seu desempenho. Se você achar que não é capaz de vencer, já está determinando o seu resultado.

Para tal são essenciais 2 pontos importantes: a resiliência e o mindset de crescimento.

A resiliência é a capacidade de adaptação a mudanças, de superação de obstáculos e a resistência à pressão diante de situações adversas.

Vivemos num mundo em constante mudanças e se você não se adaptar, adquirir novas habilidades e forma de se posicionar, ficará neste ciclo vicioso de erro como fracasso e sinal de incapacidade.

Por isso, o mindset de crescimento é tão importante. Evite olhar o seu momento atual como o fim do túnel. Encare como a oportunidade de ficar mais forte, adquirir mais conhecimentos para sua caixa de ferramentas. Ajuste sua performance e foco para virar o jogo.

Saia da zona de conforto, busque novas maneiras de fazer este objetivo dar certo. Visualize outros exemplos na sua história de sucesso, onde utilizou seus talentos e fez acontecer. Isto reforça significativamente sua capacidade de vencer.

Observe e valorize o passo a passo na direção certa. Estas pequenas ações na sua jornada te guiam para o sucesso.

Tem uma frase de Thomas Edison que diz: “Eu não falhei. Apenas descobri 10 mil maneiras que não funcionam”.

Os conflitos e desafios são excelentes maneiras de você crescer e amadurecer. Está nas suas mãos transformá-los em situações destrutivas ou construtivas. Faça valer a pena.

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